Comandos essenciais e exemplos práticos | Herez
Este post descreve comandos básicos de sistema e processos em Linux, detalha o que cada comando faz e traz exemplos profissionais de como Herez os utilizou em operações reais de administração e automação.
Comandos e explicações
date
O que faz: mostra a data e hora atuais do sistema.
$ date
date para confirmar o timestamp do servidor antes de correlacionar entradas de log entre máquinas em fusos horários diferentes.
uptime
O que faz: informa há quanto tempo o sistema está ligado, carga média e usuários conectados.
$ uptime
uptime para verificar se a carga média estava elevada e correlacionou com um cron job que iniciou no mesmo período.
whoami
O que faz: exibe o usuário atual no shell.
$ whoami
whoami em scripts de deploy para garantir que comandos críticos eram executados com o usuário correto (evitando executar como root por engano).
free -h
O que faz: mostra uso de memória (RAM e swap) em formato legível (-h = human readable).
$ free -h
free -h antes e depois de reiniciar o serviço para quantificar a redução de uso de memória e ajustar limites de container.
df -h
O que faz: exibe espaço em disco usado e disponível em todas as partições, em formato legível.
$ df -h
df -h para identificar partições quase cheias e priorizar limpeza de logs e arquivos temporários.
du -sh pasta
O que faz: mostra o tamanho total de um diretório especificado de forma resumida e legível (-s = summary, -h = human readable).
$ du -sh /var/log
du -sh em subpastas de /var e identificou logs antigos que foram compactados e arquivados.
uname -a
O que faz: exibe informações detalhadas do kernel e do sistema operacional.
$ uname -a
uname -a para confirmar versão do kernel e arquitetura da máquina.
ps
O que faz: lista processos em execução no shell atual.
$ ps
ps para checar se um processo de manutenção havia sido iniciado corretamente antes de prosseguir com etapas dependentes.
ps aux
O que faz: lista todos os processos do sistema com detalhes (usuário, CPU, memória, comando).
$ ps aux
ps aux --sort=-%cpu e isolou o PID do serviço a ser otimizado.
top
O que faz: monitor em tempo real dos processos, uso de CPU, memória e carga do sistema.
$ top
top para observar comportamento em tempo real e identificar processos que precisavam ser reiniciados ou limitados via cgroups.
kill PID
O que faz: envia sinal SIGTERM ao processo identificado por PID, solicitando encerramento gracioso.
$ kill 12345
kill PID para permitir limpeza de recursos antes de forçar encerramento.
kill -9 PID
O que faz: envia sinal SIGKILL ao processo, forçando encerramento imediato sem chance de limpeza.
$ kill -9 12345
kill -9 como último recurso, documentando o evento e acionando reinício controlado.
Boas práticas e recomendações
- Documente ações críticas: sempre registre PID, horário e motivo ao encerrar processos em produção.
- Prefira encerramento gracioso: tente
kill PIDantes dekill -9para evitar corrupção de dados. - Monitore continuamente: combine
topeps auxcom ferramentas de monitoramento para alertas proativos. - Automatize verificações: scripts que usam
uptime,free -hedf -hajudam a detectar degradação antes de incidentes.

